Desfile em Defesa da Vida!

Vida! Como somos agradecidos pelo dom da vida!
Você já parou para pensar quando começa a vida? A ciência nos diz que o desenvolvimento de um ser humano começa na fertilização, ou seja: no momento que o espermatozoide de um homem se une ao óvulo de uma mulher.

A espiritualidade nos fala que o primeiro de todos os direitos naturais do homem é viver. Por isso é que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal.

O Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo, instituição religiosa que há 67 anos trabalha ininterruptamente com o objetivo de minimizar as dores da alma através do esclarecimento espiritual e da ajuda material, vem novamente às ruas chamar a todos para uma grande marcha em Defesa da Vida!
Juvanir Borges no livro “O que dizem os espíritos sobre o aborto” nos diz que: “ […] o aborto é violação do direito básico da vida. Se o analisarmos, criteriosamente, o aborto é um crime da pior espécie, uma vez que é cometido contra um ser frágil que não tem nenhuma condição de defesa. É a violação total daquilo que está prescrito na Constituição brasileira: o direito à vida.”
Muitos são os argumentos utilizados por aqueles que defendem o aborto, mas nenhum deles é forte o bastante para nos convencer de que esse ato seja aceitável.

A Campanha leva o nome de Madre Tereza de Calcutá porque ela foi uma grande defensora da vida, da família, das crianças: “Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente – assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros? Como nós persuadimos uma mulher a não fazer um aborto? Como sempre, nós devemos persuadi-la com amor, e nós lembramos a nós mesmos que amor significa estar disposto a dar até que doa. Jesus deu até a sua própria vida para nos amar. Assim a mãe que está pensando em aborto, deveria ser ajudada a amar – quer dizer, a dar até que fira seus planos, ou o seu tempo livre, para respeitar a vida da sua criança. O pai daquela criança, seja quem for, também tem que dar até que doa. Pelo aborto, a mãe não aprende amar, mas mata até mesmo a sua própria criança para resolver os seus problemas. E pelo aborto, é dito ao pai que ele não precisa ter responsabilidade alguma pela criança que ele trouxe ao mundo. É provável que aquele pai coloque outras mulheres na mesma dificuldade. Assim o aborto apenas leva a mais aborto. Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando as pessoas a amar, mas a usar qualquer violência para conseguir o que eles querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto”. – Madre Tereza de Calcutá

Estaremos, dia 24 de maio, na avenida com nossos familiares para levantar a Bandeira: Deus, Cristo e Caridade. Cuidemos das nossas famílias, cuidemos das nossas crianças. Vida sim! Aborto não!