A reflexão de hoje é um convite a oração, pois “aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.” O Livro dos Espíritos
“A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele; é aproximar-se dele; é pôr-se em comunicação com ele.” O Livro dos Espíritos
O essencial não é orar muito, mas orar bem. Algumas pessoas supõem que existe mérito no tamanho da prece, mas pouco se importam com seus próprios defeitos. Fazem da prece uma ocupação, uma maneira de ocupar o tempo, mas de maneira nenhuma um processo de auto análise.
Emmanuel nos traz no livro a Luz da Oração que a oração não é um processo de fuga do caminho que nos cabe percorrer, mas constitui uma abençoada luz em nossas mãos, clareando-nos a marcha.
Não representará uma porta de escape ao sofrimento regenerativo de que ainda carecemos, mas expressará um bordão de arrimo, com o auxílio do qual superamos a ventania da adversidade, no rumo da bonança.
Não será um privilégio que nos exonere da enfermidade retificadora, ambientada em nosso próprio templo orgânico pela nossa incúria e pela nossa irreflexão, no abuso dos bens do mundo, entretanto, comparecerá por remédio balsamizante e salutar, que nos renove as energias, em favor de nossa cura.
Portanto meu irmãos, oremos!

Referências:
O Livro dos Espíritos
A Luz da Oração, psicografado por Francisco Cândido Xavier, edição O Clarim